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Monarca das marionetes
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O salão estava preenchido com a presença de alguns dos caçadores mais poderosos do mundo, todos reunidos para decidir o destino da temida Duquesa Vampira, Victoria Aure. Ela estava no centro, presa por correntes de prata que a mantinham imóvel. Seu olhar, porém, era de desdém, e um sorriso suave dançava nos seus lábios.
— Eu nunca fiz mal aos humanos, e aqui estou. — disse Victoria, com um sorriso intrigante, como se aquilo fosse mais um jogo do que uma condenação iminente.
Os caçadores a observavam com desprezo, mas não podiam negar a presença imponente que ela possuía, mesmo aprisionada. O murmúrio no salão cessou quando o martelo foi batido.
— Pena de morte. — O juiz, sem hesitar, deu a sentença, e logo os executores se aproximaram com machados de prata, prontos para cumprir o veredito.
No entanto, antes que pudessem fazer qualquer movimento, uma presença sombria surgiu na porta do salão. Todos os olhares se voltaram, e o ambiente ficou em completo silêncio. Um garoto de cabelos rosados e com uma máscara que cobria seu rosto, exceto seus olhos de botões, entrou. Sua presença era estranha, mas aterrorizante.
— Quem é esse?! — disse um caçador de Rank S, se levantando em alerta. — Por que permitiram que um estranho entrasse?! Cadê os seguranças?!
O pânico tomou conta do salão quando todos olharam para a porta. Os seguranças, que deveriam estar protegendo o local, estavam mortos, seus corpos sendo devorados por marionetes com chapéus de palha. O silêncio foi quebrado por gritos e passos apressados.
— Merda! — disse um caçador, tentando reagir. — Não consigo me mover!
Os caçadores olhavam ao redor, tentando entender o que estava acontecendo. Linhas de mana flutuavam no ar, capturando-os e os suspendendo no espaço. O mascarado não fez nada além de se aproximar de Victoria.
— Duquesa Vampira Victoria Aure. — disse o garoto, sua voz baixa, mas cheia de autoridade. — Eu quero você.
Victoria olhou para ele, um sorriso malicioso surgindo em seu rosto.
— Sem jeito... eu posso rejeitar? — perguntou ela, seu tom sarcástico evidente.
O mascarado a levantou do chão com facilidade, ignorando as correntes de prata que a prendiam. As correntes se quebraram como se fossem feitas de vidro, sendo destruídas por linhas de mana.
— Escolha. Seja minha... ou morra. — O mascarado não hesitou.
Victoria sorriu, como se a situação fosse apenas uma piada.
— Só se casar. — disse ela, desafiadora.
O mascarado sorriu de volta.
— Pode ser.
O cenário se desfez, e o som de uma página virando ecoou na mente das gêmeas vampiras. Victoria Aure, agora mais velha, olhava para suas filhas com uma expressão de saudade.
— E foi assim que eu conheci o pai de vocês. — disse ela, com um sorriso. — O lendário Monarca das Marionetes.
As gêmeas vampiras, com seus olhos vermelhos brilhando, olhavam para o carrinho que chegava. A mais velha, Any, exclamou:
— Papai é incrível!
A mais nova, Amy, com sua expressão curiosa, completou:
— Papai é forte!
O garoto, o Monarca das Marionetes, abriu a porta. As gêmeas saltaram para ele, abraçando-o com alegria.
— Olá, minhas gatinhas, como estão? — disse ele, com um sorriso brincalhão.
Victoria, com um sorriso de carinho, apareceu atrás dele, envolvendo os três em um abraço.
— Bem-vindo, amor. — disse ela, sentindo-se em casa.
O garoto beijou-a suavemente na testa.
— Cheguei, amor. — respondeu, em um tom suave e afetuoso.
E assim começa a história do Monarca das Marionetes.
---
Agora, voltando para o passado...
Ban Laka acordou de um pesadelo, mas ao abrir os olhos, percebeu que não estava mais em seu mundo. Ele estava em um palácio vasto, rodeado por marionetes vivas. Algumas eram pequenas, outras grandes, e havia até mesmo aquelas assustadoras que pareciam ter vida própria.
Ban olhou em volta, atordoado.
— Tô sonhando?! — disse ele, olhando para o ambiente estranho. — Que diabos é isso? Um castelo cheio de bonecas?!
Uma boneca gigante, com um vestido majestoso, estava sentada em um trono. Ela sorriu ao vê-lo, e Ban não pôde deixar de se assustar ainda mais.
— Escolhido, você trará a paz a este mundo. — disse a boneca, sua voz suave, mas cheia de uma autoridade imensa.
Ban, ainda em choque, olhou para ela, sem entender o que estava acontecendo.
— Eu não sou ninguém... — murmurou. — Acho que pegaram o cara errado.
A boneca sorriu novamente, seus olhos brilhando com uma intensidade sobrenatural.
— Não subestime o que você pode se tornar. — disse ela. — A paz que você trará não será sua escolha. Será seu destino.
E assim, Ban Laka foi jogado em um mundo estranho, onde marionetes vivas e um destino inesperado o aguardavam.
Continua...
— Eu nunca fiz mal aos humanos, e aqui estou. — disse Victoria, com um sorriso intrigante, como se aquilo fosse mais um jogo do que uma condenação iminente.
Os caçadores a observavam com desprezo, mas não podiam negar a presença imponente que ela possuía, mesmo aprisionada. O murmúrio no salão cessou quando o martelo foi batido.
— Pena de morte. — O juiz, sem hesitar, deu a sentença, e logo os executores se aproximaram com machados de prata, prontos para cumprir o veredito.
No entanto, antes que pudessem fazer qualquer movimento, uma presença sombria surgiu na porta do salão. Todos os olhares se voltaram, e o ambiente ficou em completo silêncio. Um garoto de cabelos rosados e com uma máscara que cobria seu rosto, exceto seus olhos de botões, entrou. Sua presença era estranha, mas aterrorizante.
— Quem é esse?! — disse um caçador de Rank S, se levantando em alerta. — Por que permitiram que um estranho entrasse?! Cadê os seguranças?!
O pânico tomou conta do salão quando todos olharam para a porta. Os seguranças, que deveriam estar protegendo o local, estavam mortos, seus corpos sendo devorados por marionetes com chapéus de palha. O silêncio foi quebrado por gritos e passos apressados.
— Merda! — disse um caçador, tentando reagir. — Não consigo me mover!
Os caçadores olhavam ao redor, tentando entender o que estava acontecendo. Linhas de mana flutuavam no ar, capturando-os e os suspendendo no espaço. O mascarado não fez nada além de se aproximar de Victoria.
— Duquesa Vampira Victoria Aure. — disse o garoto, sua voz baixa, mas cheia de autoridade. — Eu quero você.
Victoria olhou para ele, um sorriso malicioso surgindo em seu rosto.
— Sem jeito... eu posso rejeitar? — perguntou ela, seu tom sarcástico evidente.
O mascarado a levantou do chão com facilidade, ignorando as correntes de prata que a prendiam. As correntes se quebraram como se fossem feitas de vidro, sendo destruídas por linhas de mana.
— Escolha. Seja minha... ou morra. — O mascarado não hesitou.
Victoria sorriu, como se a situação fosse apenas uma piada.
— Só se casar. — disse ela, desafiadora.
O mascarado sorriu de volta.
— Pode ser.
O cenário se desfez, e o som de uma página virando ecoou na mente das gêmeas vampiras. Victoria Aure, agora mais velha, olhava para suas filhas com uma expressão de saudade.
— E foi assim que eu conheci o pai de vocês. — disse ela, com um sorriso. — O lendário Monarca das Marionetes.
As gêmeas vampiras, com seus olhos vermelhos brilhando, olhavam para o carrinho que chegava. A mais velha, Any, exclamou:
— Papai é incrível!
A mais nova, Amy, com sua expressão curiosa, completou:
— Papai é forte!
O garoto, o Monarca das Marionetes, abriu a porta. As gêmeas saltaram para ele, abraçando-o com alegria.
— Olá, minhas gatinhas, como estão? — disse ele, com um sorriso brincalhão.
Victoria, com um sorriso de carinho, apareceu atrás dele, envolvendo os três em um abraço.
— Bem-vindo, amor. — disse ela, sentindo-se em casa.
O garoto beijou-a suavemente na testa.
— Cheguei, amor. — respondeu, em um tom suave e afetuoso.
E assim começa a história do Monarca das Marionetes.
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Agora, voltando para o passado...
Ban Laka acordou de um pesadelo, mas ao abrir os olhos, percebeu que não estava mais em seu mundo. Ele estava em um palácio vasto, rodeado por marionetes vivas. Algumas eram pequenas, outras grandes, e havia até mesmo aquelas assustadoras que pareciam ter vida própria.
Ban olhou em volta, atordoado.
— Tô sonhando?! — disse ele, olhando para o ambiente estranho. — Que diabos é isso? Um castelo cheio de bonecas?!
Uma boneca gigante, com um vestido majestoso, estava sentada em um trono. Ela sorriu ao vê-lo, e Ban não pôde deixar de se assustar ainda mais.
— Escolhido, você trará a paz a este mundo. — disse a boneca, sua voz suave, mas cheia de uma autoridade imensa.
Ban, ainda em choque, olhou para ela, sem entender o que estava acontecendo.
— Eu não sou ninguém... — murmurou. — Acho que pegaram o cara errado.
A boneca sorriu novamente, seus olhos brilhando com uma intensidade sobrenatural.
— Não subestime o que você pode se tornar. — disse ela. — A paz que você trará não será sua escolha. Será seu destino.
E assim, Ban Laka foi jogado em um mundo estranho, onde marionetes vivas e um destino inesperado o aguardavam.
Continua...
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